Você possui dúvidas sobre a taxa mínima de luz? Fique tranquilo! Essa é uma das perguntas mais frequentes de quem passa a consumir energia solar.

Em síntese, podemos adiantar que a taxa mínima de luz é o valor cobrado por distribuidoras, inclusive para quem utiliza sistemas fotovoltaicos, para suprir os custos e manter o fornecimento de energia sempre disponível.

Para que possamos te explicar tudo sobre esse assunto, separamos esse conteúdo cheio de informação para você. Acompanhe abaixo:

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O que é taxa mínima de luz?

A taxa mínima de luz é uma tarifa disponibilizadas à consumidores residenciais.

Nesse caso, as distribuidoras de energia definem um valor mínimo para a conta de luz, que serve para suprir os custos relacionados à infraestrutura, possibilitando manter a energia sempre disponível.

Portanto, isso significa que o sistema de energia solar pode zerar o seu consumo de energia proveniente de distribuidoras. Entretanto, não zerará a sua conta de energia, visto que há um mínimo a ser pago referente à disponibilidade do recurso.

Para que você entenda melhor, há duas possibilidades para explicar a taxa mínima de luz. Veja abaixo:

  1. A primeira, é analisando como uma mensalidade. Nesse caso, esse valor se aplica quando a sua residência não consumiu o mínimo, gerando essa taxa fixa.
  2. Já na segunda possibilidade, enquadra-se a residência que ultrapassou a taxa mínima de luz e, por isso, você paga por aquilo que consumiu, com a tarifa já abatida nesse valor.

Por exemplo, mesmo que você desligue todos os equipamentos ligados à energia em sua casa e passe o mês inteiro sem utilizar a luz, você ainda pagará por este custo mínimo.

Qual o valor da taxa mínima de energia elétrica?

Em geral, o custo da energia elétrica é calculado pelo consumo, em quilowatt-hora (kwh), com uma tarifa que varia de distribuidora para distribuidora.

Por isso, conforme a Resolução Normativa 414 de 2010, da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), estipula-se que:

  1. Para residências com padrão monofásico a taxa mínima refere-se a 30 kWh
  2. Já para residências com padrão bifásico a taxa mínima refere-se a 50 kWh
  3. Para residências com padrão trifásico a taxa mínima refere-se a 100 kWh

Desse modo, podemos utilizar um exemplo para realizar os cálculos. Observe aqui:

Se, hipoteticamente, a distribuidora de energia X cobra R$0,75 por KWh. Então, significa que em cada padrão, a taxa mínima de luz é:

  1. R$22,50 para residências com padrão monofásico
  2. R$37,50 para residências com o padrão bifásico
  3. R$75,00 para residências com padrão trifásico

Leia também: Gerador de Propostas de Energia Solar – como escolher o melhor 

Como identificar o padrão de entrada de energia elétrica?

Para que você identifique o padrão de entrada de energia elétrica da sua casa, basta olhar sua conta da luz. Esse padrão é definido conforme o consumo estimado, feito quando o consumidor solicita o ligação de luz.

Nesse caso, o cálculo envolve a quantidade de pessoas que moraram na residência e a quantidade de equipamentos eletrônicos que serão utilizados.

Por isso, caso o consumo de luz em sua casa aumente consideravelmente, é válido entender se não há necessidade de alterar o padrão de entrada. Um exemplo clássico é o uso de ar-condicionado, que consome grandes cargas elétricas durante o seu funcionamento.

Um sinal de que há algo errado com o seu padrão de entrada de energia elétrica é a queda constante do disjuntor, demonstrando um sistema sobrecarregado.

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Como funciona a taxa mínima de luz para quem utiliza energia solar?

Como mencionamos anteriormente, a taxa mínima de luz deve ser paga mesmo quando utiliza-se, majoritariamente, o uso da energia proveniente de sistemas fotovoltaicos.

O motivo dessa taxa, além da infraestrutura de disponibilidade, é porque você continua, indiretamente, consumindo energia elétrica, mesmo que em menores quantidades.

Ou seja, à noite ou até mesmo em momento de pouco luminosidade, a rede de energia utiliza a elétrica para suprir a necessidade total ou parcial.

Em síntese, a energia elétrica é instantânea. Por isso, se você pretende utilizá-la em outro momento, deve-se direcionar a corrente para um ambiente de armazenamento.

Durante o dia, é possível que boa parte da energia solar gerada não seja consumida, possibilitando então, que ela seja injetada na rede.

Dessa forma, os sistemas fotovoltaicos são conectados à rede, mesmo quando a energia solar gerada é igual ou maior que a demanda, já que a produção não será totalmente consumida pela residência

Aproveite para ler esse conteúdo tendência: futuro da energia fotovoltaica – Elon Musk, telha solar e mais

Entenda melhor logo abaixo:

Funcionamento de sistemas solares on-grid (conectados à rede)

O funcionamento de sistemas solares on-grid começam nas placas solares, que captam energia do sol durante o dia. Essa energia gerada é enviada para o inversor, que transforma a corrente  contínua em alternada, possibilitando o uso em equipamentos domésticos.

O inversor solar é o aparelho responsável por trocar a energia gerada com a energia da rede elétrica. Desse modo, ele envia para rede toda a energia excedente gerada durante o dia e, a noite, puxa da rede de energia a luz que será consumida.

Ou seja, toda a energia injetada se transforma em crédito de energia para sua casa. Assim, esses créditos são abatidos na energia que você utilizou da rede elétrica.

Na maioria das vezes, os sistemas solares são dimensionados para gerar a quantia de energia necessária para suprir as demandas da família, além de gerar créditos o suficiente para abater na conta de luz.

Entretanto, pode ser que em algum momento os créditos sejam superiores ao consumo. Nesse caso, o excedente fica disponível por 60 meses.

Mas, apesar desse benefício, a taxa mínima de luz ainda será cobrada, pelos motivos já citados acima.

A grande vantagem da energia solar

Além de uma grande economia na conta de luz mensal, que vem crescendo todos os anos, a grande vantagem é que toda a energia que você consome virá através do sol. Ou seja, de maneira gratuita, limpa e livre de inflações.

E ainda não é tudo. Uma vez que você obtém o retorno sobre o investimento, você passará a pagar apenas a taxa mínima de luz, por anos. Além de:

  1. Valorizar o seu imóvel
  2. Gerar energia silenciosamente
  3. Instalação super rápida e pouca manutenção
  4. Descontos em seu IPTU, dependendo do munícipio
  5. Isenção de PIS, CONFINS e ICMS sobre a energia produzida

Incrível, né? Espero que tenhamos te ajuda a entender melhor sobre o funcionamento da energia solar e sobre a taxa mínima de luz.

Por isso, para aqueles que querem acompanhar as mudanças e crescer junto com o mercado solar, convidamos para conhecer e testar gratuitamente o Solarfy. Vamos juntos gerar propostas de energia solar irrecusáveis?

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